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T.A. Tecnologia Assistiva – Informações inciais para a identificação e compra.

Ao pensar na contratação de Pessoas com deficiência, alguns temas devem ser planejados pelo Recursos Humanos, mas o operacionalizar deve ser em conjunto com os líderes. Um dos exemplos mais clássicos é a identificação e compra de Tecnologias Assistivas (T.A).

A identificação da melhor tecnologia faz parte do planejamento da vida laboral do futuro funcionário e influência na sua decisão de permanecer ou não na empresa. Ou seja, a escolha e a compra da tecnologia poderá gerar resultados sobre a retenção.

O profissional que estiver liderando a contratação deverá identificar a tecnologia em conjunto com a pessoa com deficiência, que será contratada. Se for preciso um computador para o uso da T.A está deverá ser instalada e testada, de preferência, antes da pessoa iniciar as suas atividades.

O setor de TI pode ser chamado para colaborar e o fabricante da tecnologia, se nacional, pode ser acessado, caso necessário. Geralmente, o contato com os fabricantes é rápido e fácil.

Em caso de ser necessário/desejável a compra de material importado, existe, garantido por lei, o direito a isenção de impostos para a compra de materiais que ofertam ajudas técnicas para pessoas com deficiência.

Desta forma, quando a pessoa inicia suas atividades ela já tem o suporte necessário para trabalhar igual aos outros funcionários. Nada impede, pelo contrário é indicado, que alguma TA seja adquirida para um funcionário já contratado e que desenvolve atividades há um tempo, mas que o suporte não havia sido identificado/ofertado.

Após identificada da TA, o líder deve compreender minimamente como funciona e quanto tempo a pessoa demora para desempenhar a tarefa com a utilização do suporte.

É comum que a própria PcD indique uma tecnologia sobre a qual já tenha domínio. Quando isto ocorre facilita muito o processo.

Sugerimos que a questão do centro de custo para a compra do material seja decidida conforme a realidade da empresa. O ideal, teoricamente falando, é que o próprio setor compre. Pois, o funcionário é da célula e o trabalho será para está. Entretanto, em alguns casos, o RH pode comprar, pois poderá utilizar em qualquer outro momento com outro funcionário ou poderá fazer revezamento. Por exemplo, o material é comprado para o funcionário “A” desenvolver a tarefa “X”. Este pode organizar sua rotina para desempenhar tal tarefa apenas no turno da manhã. Enquanto a tarde o funcionário “B” desenvolverá outra tarefa utilizando o mesmo suporte.

Não são todas as pessoas com deficiência (s) que precisam de algum suporte tecnológico. Mas, se for o caso, devemos considerar um investimento e não um custo desnecessário.

Assista o vídeo sobre Jéssica Cox.

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